O CEGO E O PUBLICITÁRIO

Dizem que havia um cego sentado na calçada em Paris, com um boné aos seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: " Por favor, ajude-me, sou cego ".
Um publicitário da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o pedaço de madeira, virou-o e escreveu uma nova mensagem.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde o publicitário novamente por ali... agora o boné do cego estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e o perfume e lhe perguntou se havia sido ele quem reescrevera seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito.
O publicitário respondeu: " Nada que não esteja de acordo com seu anúncio, mas, com outras palavras". Sorriu e continuou seu caminho.
No cartaz dizia: "Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la."
"Alegrai-vos com os que se alegram; chorai com os que choram" - Romanos 12.15.

A GARRAFA DE VINHO

Nos alpes italianos existia um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano,lá ocorria uma festa para comemorar o sucesso da colheita.
A tradição exigia que nesta festa cada morador do vilarejo trouxesse uma garrafa de seu melhor vinho, para colocar dentro de um grande barril que ficava na praça central.
Entretanto um dos moradores pensou: "Porque deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei uma cheia de água, pois no meio de tanto vinho o meu não fará falta".
Assim pensou e assim o fez.
No auge dos acontecimentos, como era de costume, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca, para pegar uma porção daquele vinho, cuja fama se estendia além das fronteiras do pais. Contudo ao abrir a torneira do barril, um silêncio tomou conta da multidão. Daquele barril saiu apenas água. Mas, como isso aconteceu?
Na verdade todos pensaram como aquele morador: "A ausência da minha parte não fará falta".
"A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum" - I Co. 12: 7.

AMOR DE MÃE!

Certa vez perguntaram a uma mulher que tinha tido muitos filhos qual era o seu filho preferido, aquele que ela mais amava.
E assim ela respondeu: "o filho a quem eu mais amo, a quem eu me dedico de corpo e alma, é o meu filho doente até que sare; o que partiu, até que volte; o que está cansado, até que descanse; o que está com fome, até que se alimente; o que está com sede, até que sacie sua sede; o que está estudando, até que aprenda; o que está nú, até que se vista; o que não trabalha, até que se empregue; o que namora, até que se case; o que prometeu, até que cumpra; o que deve, até que pague; o que chora, até que se alegre".
E, já com um olhar distante, completou: "E o que me deixou, até que eu o reencontre".
Nunca se esqueça que o amor de Deus é muito maior que o amor de mãe!

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